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Fagundes condena Taques por não conseguir construir novo hospital mesmo com recursos em caixa

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O candidato ao Governo de Mato Grosso, senador Wellington Fagundes (PR), condenou o desperdício de recursos financeiros pelo governador Pedro Taques (PSDB). Ele citou como exemplo a existência de R$ 80 milhões depositados na conta do Estado há mais de quatro anos destinada a construção do novo Hospital Universitário Júlio Muller.

“Não se administra um Estado, especialmente com as dimensões de Mato Grosso, enclausurado. Não podemos discutir uma área de governo isoladamente, tem que ter sinergia e planejamento e buscar recursos aonde têm”, disse o candidato republicano ao governo.

Fagundes criticou o governador por não ter dado conta até hoje de fazer a licitação do novo Hospital Universitário.  “O maior problema na saúde é fazer com que pouco recurso possa render muito”. Ele ainda lembrou que Taques assumiu o Estado com recursos depositados para a construção de um Centro de Nefrologia com quatro andares, que acabaram sendo devolvidos para Brasília (DF).

“Mato Grosso tem desperdício de dinheiro público, dinheiro parado na conta e a população sofrendo”, insistiu Fagundes, que destacou que isso é reflexo de uma gestão isolada: “Por isso digo que não se administra enclausurado, tem que ir aonde o povo está. Eu ando por todo Mato Grosso, conheço locais, pessoas, histórias e necessidades e juntamente com minha experiência, minha atuação municipalista, sensibilidade em priorizar recursos para quem mais precisa, é que me coloco preparado para assumir o governo desse Estado, juntando experiência com modernidade”.

O candidato ainda fez questão de ressaltar que sempre esteve encurtando a distância entre Mato Grosso e Brasília na busca de verbas e de viabilização de programas e projetos. Ele ponderou ainda que mesmo com caminhos conhecidos para busca de recursos, como para o Hospital Geral, é preciso que haja uma política de Estado para a gestão da saúde.

“Não adianta fazer grandes hospitais em Cuiabá e não melhorar a atenção básica da saúde no interior. Os médicos clínicos gerais precisam voltar a atuar”.

Ainda elencado necessidades para a área da saúde, Wellington sugere mudanças no planejamento de políticas para o interior e para a Capital, como, por exemplo, a avaliação de onde se deve levar posto da saúde, UPAs, hospitais. “Senão, acontece o de sempre, a Capital abarrotada de gente”.

Além de experiência, Wellington ponderou que integra uma chapa plural, composta por dez partidos, agregando pessoas de esquerda, direita e centro. “Nossa chapa tem qualificação para procurar o bem comum. Governar é acima de tudo ter sensibilidade, priorizar as pessoas. Não se pode fazer um governo voltado para um único setor”.

 

 

 

 

Fonte: OlharDierto

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