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Estou preparado para ser governador ou senador, enfrento Raimundo e todo mundo, garante Jayme

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O secretário de assuntos estratégicos de Várzea Grande Jayme Campos (DEM) afirma que está preparado para enfrentar, até mesmo, o então aliado Pedro Taques (PSDB) nas urnas nas eleições de outubro. Taques deve buscar a reeleição ao Governo e Jayme ainda mantém o discurso de que é cedo para definir o cenário político da próxima disputa, assim como a permanência da aliança com Taques.

“Eu enfrento todo mundo, até o Raimundo. Não sou filho de pai assustado. Qual o problema? Já fui governador. Agora estou mais cavalheiro, pois estou com todos os filhos criados. Estou de boa, preparado”, afirma Jayme em conversa com a imprensa, durante o Seminário Infraestrutura rodoviária de Mato Grosso, nesta segunda (5), na Assembleia.

O secretário – que irá se desincompatibilizar até 7 abril – garante que seu histórico político de prefeito por três vezes, governador e senador, lhe credencia a se colocar na disputa por qualquer cargo majoritário (governador, vice ou senador).

“Estou preparado para ser governador, senador e até para não ser nada, desde que seja para apoiar um candidato que me atenda e atenda às demandas da sociedade. Creio que política se faz com grandeza e altivez”, diz, completando que não é apegado a cargos políticos.

Jayme, no entanto, ressalta que não faz política sozinho e que uma eventual candidatura à majoritária tem que, necessariamente, ser formada com o apoio da população e respaldo do DEM e de partidos aliados. “Faço política com o povo, enquanto alguns bacanas fazem política de cúpula, eu vou às bases. Nesse fim de semana conversei com mais de 3 mil pessoas. Só de aniversário, participei de quatro”.

Diálogo

Jayme ainda completa que mantém diálogo com lideranças de todos os partidos, até mesmo da oposição. Ele pondera que para a definição de um arco de aliança é preciso aguardar as desincompatibilizações e novas filiações. Assim, somente depois, será dada de vez a largada para as discussões acerca das coligações partidárias, em agosto, quando encerra o prazo das convenções.

“Vamos aguardar. Estou conversando com todo mundo. Ninguém me impede de conversar com alguém. Converso com Carlos Fávaro [PSD], Nilson Leitão(PSDB), Wellington Fagundes (PR), Taques, Carlos Bezerra (MDB). Faz parte da democracia. Idiota é quem quer fazer política de policiamento”, pontua.

Jayme afirma que o Democratas ainda pertence à base governista, mas que não há nada definido para esta eleição, uma vez que, com a chegada das novas lideranças, como a do ex-prefeito Mauro Mendes, é preciso rediscutir a acomodação do partido. Algumas lideranças, como o ex-deputado federal Júlio Campos, cogitam, até mesmo, uma dobradinha Jayme e Mauro ao governo e Senado Federal.

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