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Contrato pode obrigar o Palmeiras a pagar mais R$ 11 milhões por Borja; estafe crê em venda

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Cláusula exige pagamento ao Atlético Nacional se não houver negócio até 17 de agosto

Uma cláusula até então desconhecida no contrato de transferência de Miguel Borja pode fazer com que o Palmeiras tenha de pagar ao Atlético Nacional mais US$ 3 milhões (R$ 11,2 milhões, na cotação atual) em agosto. Ele sequer foi para partida contra o Internacional, nesta quarta, na arena, pela Copa do Brasil.

Conforme noticiou a rádio Caracol, da Colômbia, o clube brasileiro pagará o montante se o centroavante não for negociado até 17 de agosto. Caso o jogador seja vendido, o clube colombiano receberá 30% do valor, referentes à parte que ainda detém dos direitos econômicos.

Para comprar 70% dos direitos, em fevereiro de 2017, o Palmeiras pagou US$ 10,5 milhões (cerca de R$ 34 milhões, na cotação da época). Essa quantia, a maior desembolsada na história do clube por um reforço, foi emprestada pela Crefisa e precisará ser devolvida à patrocinadora.

Na ocasião, Borja era um dos nomes mais cobiçados do futebol sul-americano pela boa temporada anterior, quando ajudou o Atlético Nacional a conquistar a Copa Libertadores.

Com a camisa do Palmeiras, porém, o centroavante não correspondeu às expectativas. Em 2019, ele vive seu pior momento, já que não tem mais recebido muitas oportunidades com o técnico Luiz Felipe Scolari desde o Campeonato Paulista.

Jogador não gostaria de deixar o clube, mas estafe espera venda

Antes da pausa para a Copa América, Borja ficou no banco de reservas diante do Avaí. Na chegada à arena palmeirense, ao ouvir de um repórter que aquele poderia ser seu jogo de despedida, ele fez sinal negativo, demonstrando que não tinha interesse em deixar o clube.

O estafe dele, apesar de não ter dado continuidade a propostas recentes do Canadá e dos Estados Unidos, entende que o colombiano deve sair para voltar a atuar. Os empresários avaliam que “o mercado está apenas aquecendo” no momento e apostam que haverá algum negócio satisfatório para todas partes.

No futebol da China, que constantemente apresenta sondagens, são permitidos registros até o fim deste mês. Canadá e Estados Unidos têm inscrições até 7 de agosto, enquanto as principais ligas da Europa autorizam novos inscritos até 2 de setembro.

Globo Esporte

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