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Com apoio da Abdoh, GRAACC teve um diferente Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

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2carequinhasmonicarepFoi no dia 23 do mês passado, novembro, data oficialmente instituída como Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil, que crianças e adolescentes atendidos pelo Hospital do GRAACC tiveram um dia muito especial. Acontece que a campanha “Criança com câncer tem que aproveitar a infância como qualquer criança”, do instituto, apresentou para a garotada suas personagens preferidas, como Turma da Mônica, Menino Maluquinho, Sítio do Pica-Pau Amarelo, dentre outros… e todos de cabeça raspada.

E foi tudo lindo, sublimação que reverbera até hoje, na internet, em mobiliários urbanos, em canais de vídeo e nas redes sociais. E este tipo de informação prescinde formalismos de linguagem jornalística (mesmo porque hoje existem jornalistas e “jornalistas”, e isso pouco importa quando estamos falando de enfeitar a dura realidade de quem tem câncer – ainda mais criança –; e não o câncer social que assola nosso país com inversão de valores).

Inversão essa que a Abdoh confrontou corajosamente ao apoiar o instituto, oferecendo suas telas de DOOH, no dia do evento, para veicular conteúdos da campanha, vídeos nos quais as personagens infantis, dispostas em genuína igualdade para seus espectadores mirins diante das telas, tornava-os “expectadores diante da vida”.

Confesso uma certa comoção pelo fato acontecido. Não esqueço, claro, que a campanha foi idealizada pela Ogilvy & Mather, e talvez essa tenha sido uma de suas mais dadivosas ações – pois que naquele momento epifânico, um outro mundo se instaurava, e nesse não existiam poder nem dinheiro nem nada dessas coisas que criança desconhece – e que nunca deveria conhecer, mesmo depois de adultos –, mas se respirava no ar toda a esperança mais concreta, a esperança vital… e a tecnologia digital signage era a força motriz para a expressão lúdica nas telas da Abdoh, telas transformadas em fantasia perante os olhos das crianças felizes.magali

E era uma coisa de Mônica correndo atrás de Cebolinha, ambos carequinhas, e de crianças também de cabeças raspadas, e de Menino Maluquinho – que já tem pouco cabelo mesmo – se misturando com as turma do Sítio, com Emília e Pedrinho e Narizinho, e de repente não se sabia quem era contemplante e contemplado, pois que todos, aos risos, valorizavam a vida. Vida. Vida que se celebrava, também e ainda mais, com o fato de o hospital GRAACC agora poder atender 30% a mais de crianças e adolescentes, o que com certeza vai aumentar os índices da cura do câncer (que já está em 70% atualmente), e ratificar, comprovar, e legitimar, qual ordem que se legisla com força sobre-humana: o câncer infantil tem cura.

E para tudo isso aconteceu a festa. E para isso a Abdoh deu seu apoio fundamental, e tudo se humaniza, tudo se sacraliza. E digitalmente se sinalizam os versos do poeta: “no tempo da maldade acho que a gente nem era nascido”.

Saiba mais acessando http://www.abdoh.com.br/.

E visite também www.carequinhas.com.br; neste site você encontra alguns dos vídeos veiculados pela Abdoh, como este:

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