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Cadeira de bebê, sobre o que conversar… conheça as regras no transporte por aplicativo

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Eles são baratos, mas também têm suas regras. Você conhece?

O transporte por aplicativo chegou para facilitar a vida do cidadão sem carro – que antes tinha que optar ou por um transporte público de má-qualidade, ou por serviços de táxi muito caros.

Mas antes de exigir que seu motorista de aplicativo seja sempre aquele gentleman, saiba que há algumas regrinhas que é bom o passageiro também seguir, para o bem de todos e felicidade geral no trânsito.

O LIVRE perguntou aos dois principais aplicativos de transporte quais são as regras de conduta que os usuários precisam ter durante a viagem com a Uber e a 99.

De forma geral, o LIVRE fez perguntas específicas e as empresas encaminharam mensagem genéricas sobre como devem agir os motoristas e os usuários dos aplicativos de transportes.

Um dos exemplos de possibilidade de cancelamento de viagem é quanto ao uso de cadeirinha/assento para o transporte de crianças. O motorista não é obrigado a aceitar a viagem, tanto na Uber quanto na 99. Ele pode cancelar e informar que o motivo é a falta do utensilio para o transporte de criança.

Caso o motorista seja pego pela fiscalização carregando criança sem o assento, pode receber uma multa de R$ 293,47. O ideal é que a pessoa tenha o equipamento ou pergunte se o motorista possui, evitando a multa.

De forma mais clara, a Uber explica que o usuário não pode pedir ao motorista que infrinja qualquer regra de trânsito do país, ou seja, furar sinal, ultrapassar o limite de velocidade, fazer conversão em local proibido, estacionar em local proibido, viajar com número excedente de passageiro, não usar o cinto de segurança, entre outras.

Os usuários e motoristas podem ser banidos da plataforma se descumprirem essa regra.

As duas empresas também dizem que cabe aos motoristas decidirem se uma viagem é segura ou não. Por exemplo, se ele achar que uma viagem pode ser em local inseguro, o motorista pode cancelar a viagem, já que eles trabalham de forma autônoma.

Conteúdo sexual

Para evitar que uma corrida acabe na delegacia, ambas as empresas pedem que sejam evitados, nas conversas a bordo, temas de cunho sexual ou homofóbico, racista, difamatório, calunioso, violento, obsceno e pornográfico. Ambas as empresas pedem que o assunto não seja alvo de conversa entre motoristas e usuários.

Na Uber há uma preocupação maior com o tema: o código de conduta da comunidade cita 14 vezes a palavra “sexual” e proíbe qualquer tipo de interação sexual entre motoristas e passageiros.

Danos causados

As duas empresas também se preocupam com os danos causados ao carro do motorista. A Uber, por exemplo, cobra a limpeza do passageiro caso ele tenha vomitado no veículo por uso excessivo de álcool.

Armas de fogo

As duas empresas proíbem expressamente o transporte de arma de fogo. Na Uber, se descoberto o usuário é banido da plataforma.

Além de armas de fogo, munições e explosivos também não podem ser transportados, sob pena de banimento do usuário.

O Livre

 

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