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Puxado pelo tomate e pelo feijão, preço da cesta básica tem queda de 2,4% em Cuiabá

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Em setembro, o preço da cesta básica em Cuiabá foi calculado em R$ 366,94, valor que registrou uma queda de 2,4% na comparação com agosto. A baixa foi puxada pelo barateamento do tomate, que no mês recém encerrado custou 22,4% menos do que no mês imediatamente anterior.

Os dados foram divulgados nessa semana pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na comparação com agosto, a capital mato-grossense subiu uma posição e com isso terminou setembro com a 11ª cesta mais cara do país entre as 21 capitais pesquisadas.

Dos 13 itens que compõem a cesta básica, Cuiabá registrou baixa em oito. Além do tomate, que barateou por causa da oferta elevada no mercado, o feijão (-14,1%) também teve uma queda expressiva. O leite (-1,8%), batata (-7,9%), café (-0,6%), banana (-0,8), açúcar (-6%) e óleo (-1,4%) foram os outros produtos que baixaram de preço. Do outro lado da balança, a carne (+2,3%), arroz (+0,3%), farinha (+1,1%), pão (+0,1%) e manteiga (+2%) tiveram alta no período.

As cestas mais caras no mês passado foram as de Porto Alegre (R$ 436,68), São Paulo (R$ 421,02) e Florianópolis (R$ 419,17). As mais baratas estiveram em Salvador (R$ 318,52), Natal (R$ 323,90) e Recife (R$ 328,63).

O Dieese ainda pontua que os cuiabanos precisaram de 42,5% do salário mínimo líquido para arcar com a cesta de agosto. Para conseguir pagar os produtos, os munícipes gastaram 86 horas e 9 minutos de trabalho.
Em setembro, o salário mínimo do brasileiro para suprir as despesas da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria equivaler a R$ 3.668,55 mil, ou seja, quase quatro vezes o atual valor de R$ 937, segundo o Departamento.

Anual

A variação em doze meses – entre agosto de 2017 e o mesmo mês no ano passado – do preço da cesta em Cuiabá também registrou uma baixa expressiva. Com um barateamento de 19,1%, a cidade é a que registra a maior queda no período.

O saldo da capital mato-grossense nesse intervalo de tempo foi puxado pelas baixas nos preços do feijão (-61,5%), batata (-51,7%), tomate (-36,1), banana (-34,9%), leite (-25,1%) e açúcar (-20,7%). Em compensação, as únicas altas aconteceram nos valores pagos pelo café (+14,4%) e manteiga (+16,6%).

Fonte: RDnews

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